Brazilian Storm estará novamente na briga pelo título do Championship Tour da WSL em 2019

brazilian storm - Adriano de souza, filipe toledo e gabriel medina

11 brasileiros disputam a principal competição do surf mundial em 2019 e mostram que o Brazilian Storm veio para ficar

O Brasil vive uma lua de mel nos últimos anos com a elite do surf mundial. O Championship Tour (CT) organizado pela World Surf League (WSL) é a principal competição do esporte que em 2020 vai estrear nas olimpíadas em Tóquio. São três títulos nos últimos quatro anos de campeonato. Gabriel Medina levou em 2014 e 2018 e Adriano de Souza garantiu a taça em 2015.

2019 também promete ser um ano em que brasileiros estarão na ponta do ranking brigando pelo troféu da competição. Dos 34 atletas que participam da disputa, 11 são brasileiros: Gabriel Medina, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Willian Cardoso, Michael Rodrigues, Adriano de Souza, Yago Dora, Peterson Crisanto, Jesse Mendes, Deivid Silva e Jadson André.

A presença do grande número de atletas do país no campeonato nos últimos anos ganhou até apelido: “Brazilian Storm” (tempestade brasileira – em inglês) e vem popularizando o esporte no país.

O aumento da participação de brasileiros na competição fez também com que o país ganhasse a atenção da WSL em relação aos espectadores. Com transmissões ao vivo online no site da organização, na página do Facebook da WSL e em seu aplicativo, o Brasil hoje é um dos principais espectadores do campeonato, segundo Joe Carr, líder de estratégia global da liga de surf declarou em entrevista para o blog Radicais do jornal O Globo. “Se você olha para o nosso tráfego digital, o Brasil, e não os EUA, é na verdade o maior mercado da WSL. O Brasil tem tudo que você poderia pedir em um mercado: cultura do surfe, um longo litoral e uma abundância de talentos”.

A disputa pelo título tem 11 etapas, começando na Gold Coast australiana, no início de abril, passando por diversas praias badaladas pelos surfistas, como Saquarema, Rio de Janeiro, que recebe a 5 etapa da competição em junho e terminando na histórica praia de Pipeline, no Havaí, meca do surf mundial, que recebe a última etapa do circuito em dezembro.

O que você acha que irá acontecer em 2019? Teremos novamente um representante do Brazilian Storm no topo da principal competição de surf mundial? Quem é o seu favorito para o título?

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