No auge de seus 37 anos, Roger Federer busca 9º título em Wimbledon contra Novak Djokovic

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É impossível mencionar Wimbledon sem falar de Roger Federer. O suíço é uma das peças principais da história do torneio, tendo diversos recordes na grama sagrada do All England Club, sendo inclusive o maior vencedor de todos os tempos da chave masculina simples da competição, com oito troféus. E neste domingo, a lenda vai em busca de um novo capitulo em Londres, após vitória na semifinal sobre Rafael Nadal na tarde desta sexta-feira, por 3 sets a 1 (7/6, 1/6, 6/3 e 6/4).

O número 3 do mundo conseguiu se impor contra o espanhol que vinha fazendo um torneio praticamente impecável, sofrendo apenas um set ao longo do campeonato, contra o australiano Nick Kyrgios na segunda rodada. Na partida, Federer mostrou apenas uma desconcentração no segundo set em que terminou 6 games a 1 para Nadal. Nos demais, o suíço dominou e errou menos que o segundo do ranking ATP para avançar a decisão.

Esta será a 12ª final de Federer no Grand Slam britânico. Seu adversário: o número 1 do mundo, Novak Djokovic. O sérvio vem mostrando um alto nível de tênis, não dando chances para seus adversários até então. Até a semifinal desta sexta-feira, Nole amassou seus adversários, perdendo apenas um set no tie-break ao longo do torneio, para o polonês Hubert Hurkacz na terceira rodada.

Pela vaga na final, o espanhol Roberto Bautista, 22º do mundo, até assustou ao vencer o 2º set, mas Djokovic voltou a apresentar um tênis de qualidade para fechar o jogo em 3 sets a 1, com parciais de 6/2, 4/6, 6/3 e 6/2 e avançar. Decisão sem surpresas e esperada por muitos.

Head to head e retrospecto

No “head to head” entre os finalistas, o equilíbrio marca o confronto. Ao todo são 47 jogos, com 25 vitórias para o sérvio contra 22 do suíço. Na grama, aconteceram três duelos, todos pelo Major de Wimbledon: em 2012, vitória de Federer na semifinal, enquanto Djokovic conquistou seus títulos sobre o rival nos torneios de 2014 e 2015.

No retrospecto recente, o atual número 1 do mundo também leva vantagem com vitórias nos Masters 1000 2018 de Paris e Cincinnati e no Australian Open de 2016. A última vitória do suíço sobre o sérvio aconteceu em 2015, na fase de grupos do ATP Finals daquela temporada.

O ano de ambos atletas é bom. Novak Djokovic conquistou seu 15º troféu de Grand Slam com o título do Australian Open no início da temporada, além de erguer o caneco do Masters 1000 de Madrid. Já Roger Federer, a pouco tempo de fazer 38 anos, ultrapassou a marca histórica de 100 títulos no Circuito ATP, com os troféus em Dubai, Miami e Halle.

Recorde quebrado em Londres

Além de avançar à decisão, Roger Federer também quebrou um novo recorde em Wimbledon nesta sexta-feira: o de aces feitos. O suíço superou a marca de 1397 saques indefensáveis do croata Goran Ivanisevic, que venceu o título em 2001. Além de ser o maior campeão, o atleta também detém o recorde de vitórias conquistadas na grama sagrada (100) – alcançada nas quartas de final deste ano contra Kei Nishikori; além de ser o único, ao lado do americano Jimmy Connors, a passar à terceira rodada do evento por 17 vezes na competição.

Agora o suíço busca outro recorde no Grand Slam britânico: o de igualar os nove títulos da americana Martina Navratilova, maior vencedora no geral de Wimbledon. Se Federer irá conseguir, você poderá acompanhar aqui no BetMais, no duelo decisivo que acontece na quadra central do All England Club neste domingo às 10h!

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